segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Osteopatia na Traumatologia Desportiva

A Osteopatia responde a demanda de numerosos atletas de todos os níveis, desde o aficcionado médio ao campeão internacional. O testemunho de uma jovem atleta de alto nível pode resumir seus pontos de vista: “Graças a sua eficácia, a Osteopatia me permitiu alcançar um nível internacional em minha disciplina, sobretudo manter e progredir à nível mundial. É importante saber que se a Osteopatia se aplica de forma simples e lógica, assim existe a possibilidade de compreender os mecanismos do nosso corpo quando se procuram cuidados Osteopáticos”.

Com o acompanhamento de um Osteopata durante anos, esta jovem praticante de um esporte acrobático muito difícil se manter, obteve muito mais facilidade na recuperação de lesões osteopáticas ou cirúrgicas, se recuperando muito rápido das mesmas. Os atletas profissionais se favorecem mais do que os aficcionados. Os clubes e grandes torneios profissionais não vacilam em requerer os serviços de um Osteopata. Neste caso especialmente nos grandes Rallys como o Paris-Dakar e em competições como as 24 horas de Le Mans.

Alguns atletas profissionais ou aficcionados se submetem a vigilância regular de um osteópata para manter uma perfeita forma física e mental. A riqueza das técnicas osteopáticas responde a maioria das suas necessidades. As técnicas estruturais, craniais e orgânicas se completam e são usadas nas diversas situações que se encontram os atletas ao longo da vida esportiva:

- Preparação para esforços pela suavição de zonas rígidas, o que evita distensões e entorses de ligamentos e músculos;

- Tonificação do sistema nervoso;

- Relaxamento físico e mental antes da competição;

- Recuperação rápida entre as provas, devido a utilização de um potencial psico-físico ótimo, resultando em melhora das marcas.

Os cuidados osteopáticos permitem:

- A continuidade da participação em provas em casos de acidentes, que em ausência de um osteopata, o atleta abandona a prova e vai para hospitalização;

- Tratar desde o princípio as afecções traumáticas, impedindo nas lesões não cirúrgicas, por meio de uma restauração articular próxima a normal, a aparição de inflamação, a impotência e as seqüelas a longo prazo.


Traduzido do livro: LA PRACTICA DE LA OSTEOPATIA - Principios, técnicas e indicaciones terapéuticas, de Guy Roulier (1989).